A Qualys publicou um alerta direto ao ponto: a combinação de IA “agentic” para descoberta e exploração com o backlog já existente vai empurrar as equipes de segurança para um cenário de avalanche de divulgações e janelas de exploração cada vez menores — em alguns casos, negativas.
Segundo a análise, o modelo Mythos (Project Glasswing) automatiza descoberta e exploração em escala industrial. O resultado esperado é um salto no volume de advisories, patches e CVEs, exatamente quando o ciclo de correção já está congestionado.
O texto reforça um ponto que costuma ser ignorado: achar uma falha não significa que ela seja explorável no seu ambiente. Um CVE crítico atrás de um WAF efetivo pode não ser prioridade; já uma falha “moderada” em um serviço exposto sem mitigação pode ser o verdadeiro incêndio.
Com atacantes usando automação e IA, a exploração pode ocorrer antes mesmo da divulgação oficial. Isso elimina o “tempo de reação” clássico e transforma a gestão de vulnerabilidades em um problema de velocidade operacional, não apenas de compliance.
Fonte: Qualys Blog
Pesquisadores do Google Research e da Virginia Tech separam trajetórias brutas, conhecimento consolidado e instruções…
Modelo multimodal com 125 bilhões de parâmetros e apenas 6 bilhões ativados por token traz…
Sexto relatório anual da Sophos ouviu 226 líderes de TI em 17 países. O custo…
O aviso KB3152242 trata de injeção de código, injeção de SQL e escalonamento de privilégios…
Estudo do IPAI da Universidade Nacional de Seul mede quanto modelos abertos desrespeitam políticas de…
Alertas ligados a ferramentas de colaboração mais que quadruplicaram em doze meses na telemetria da…