A atualização dá ao usuário a possibilidade de transferir mensagens, vídeos e documentos de chats privados ou grupos de outros aplicativos de mensagens para o Telegram.
Segundo comunicado da empresa, a importação funciona também com os aplicativos de mensagem Line e KakaoTalk. Está disponível para celulares que rodam com os sistemas iOS e Android.
Segundo a empresa, somente em janeiro de 2021, o Telegram obteve mais de 100 milhões de novos usuários “em busca de mais privacidade e liberdade”.
No Brasil, a plataforma é vista como alternativa ao WhatsApp. O aplicativo anunciou mudanças nos termos de uso, que incluem intercâmbio de informações com o Facebook, dono do serviço de mensagens instantâneas. Há temores de que a nova política permita que a empresa espione os usuários.
Um dos fundadores do Telegram, o russo Pavel Durov, comemorou a marca dos 500 milhões de usuários pelo seu canal na plataforma, em 12 de janeiro. Ele disse que o serviço “se tornou o maior refúgio para aqueles à procura de uma plataforma de comunicação comprometida com a privacidade e segurança”.
Outras atualizações:
Como o Telegram oferece criptografia de ponta a ponta para chats normais, ele tem uma opção chamada “chats secretos”. A empresa garante que as conversas trocadas por esse recurso não deixam rastros no servidor da empresa. Além disso, ao contrário do WhatsApp, o Telegram é baseado em nuvem, o que significa que todas as suas mensagens de texto, arquivos de mídia de imagens e documentos são sincronizados em todos os seus dispositivos registrados e com o armazenamento em nuvem do Telegram.
O usuário também pode fazer logar o número de vezes que desejar e simultaneamente em diferentes dispositivos, sem perder nenhum dado. Os usuários do Telegram podem enviar qualquer tipo de arquivo com até 1,5 GB. O WhatsApp, por outro lado, restringe arquivos de vídeo, imagens e tipos de documentos. É possível se comunicar com qualquer um no Telegram mesmo que não haja o número de contato registrado.
Nesta 5ª feira (28.jan.2021), o WhatsApp também disponibilizou um novo recurso para alguns usuários: WhatsApp Web com biometria. Antes de escanear o QR Code, o aplicativo solicitará desbloqueio por impressão digital ou reconhecimento facial (para usuários de iPhone).
“Queremos que o WhatsApp Web e o desktop sejam tão robustos quanto o nosso app para celular, para que as pessoas possam se comunicar de maneira segura”, informou o WhatsApp.
Fonte: https://www.poder360.com.br/
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